Vale-Cultura. O que você pensa a respeito?

Foi aprovado no dia 2 de dezembro, pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), o Projeto de Lei Complementar 221/09, que cria o Vale-Cultura. A proposta do Executivo prevê a destinação de R$ 50 mensais (através de cartão magnético) aos trabalhadores, tanto da iniciativa privada, quanto do serviço público, desde que recebam até cinco salários-mínimos por mês. As empresas poderão deduzir do imposto de renda o valor destinado ao programa e os trabalhadores deverão ter descontado de seus salários até 10% do valor do vale, ou seja, R$ 5. Antes de entrar em vigor, porém, a proposta segue ainda para votação em plenário para depois então ser sancionada pelo Presidente Lula.

Mesmo antes de ser aprovada, a “política governamental para o consumo cultural”, como é citada a proposta no site do Ministério da Cultura, já gera polêmica. Tudo porque, além de possibilitar a aquisição de ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, jornais, CDS e DVDS – o que é louvável, pois demonstra preocupação em melhorar a qualidade de vida do cidadão através da evolução do pensamento – também poderá possibilitar a compra de revistas e isso engloba todos os gêneros, dos gibis às pornográficas. Nada contra quem compra revista de gente pelada, desde que seja com seu próprio dinheiro e não com o dinheiro público, que é meu, seu, nosso.

O que questiono é o seguinte: o correto não seria utilizar esse montante diretamente na educação básica da população, o que lhe permitiria a formação de um senso crítico capaz de discernir a cultura útil da inútil? Não seria papel do governo, através de programas educativos e culturais, disseminar a cultura, no Brasil tão rica e peculiar, e assim oferecer oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal, ao invés de simplesmente dar, sem orientar? Como aquela história de dar o peixe ao invés de ensinar a pescar, velha conhecida do atual governo... Alguém sente cheiro de faceta eleitoreira no ar?

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Governo, sociedade e setor privado discutem a democratização da informação na primeira Conferência Nacional do setor

Está programada para acontecer entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). O tema principal a ser discutido é “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” e os trabalhos serão conduzidos por uma Comissão Organizadora, composta por órgãos do poder público e algumas instituições da sociedade civil, como universidades, entidades do movimento social, organizações do setor privado e mídia pública. O objetivo principal da Confecom é estabelecer mecanismos democráticos de formulação, monitoramento e acompanhamento das políticas públicas para o setor da comunicação, demanda especialmente levantada após a Lei que regulava o setor (Lei de Imprensa), ser derrubada, em abril deste ano, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Dentre as propostas do governo para regular o setor de comunicações estão o fortalecimento dos veículos estatais e públicos, a criação de mecanismos de fiscalização para a concessão de rádios e TVs privadas e o incentivo à imprensa regional. O governo defende também um marco legal no direito de resposta e indenização a pessoas que foram “prejudicadas por profissionais e empresas de mídia”.

Como deveria fazer todos os meios de informação, analisaremos os dois lados da moeda. A atitude do governo em querer regular o setor não pode ser ignorada, haja vista que, a exemplo do que se propõe a fazer, como criar mecanismos de verificação de audiência e circulação para rádios e jornais de pequeno porte, além do aporte de insumos básicos para os pequenos jornais, estará contribuindo positivamente para a sobrevivência e competitividade entre os diversos meios de disseminação da informação existentes, além de fomentar a transparência na administração pública. Mas, outrossim, se a informação é um bem público, não devendo, portanto, estar atrelada a interesses particulares (incluindo estatais), não estaria o próprio governo, ao querer regular o setor, privatizando a informação de acordo com seus interesses e retornando à era da censura?

O jeito é aguardar o resultado dos debates, que trará um novo marco regulador para o setor de comunicações e torcer para que interesses particulares não se sobreponham aos direitos de toda uma sociedade.


Educação pressupõe não só acesso ao saber, mas igualmente, respeito ao próximo

É inadmissível pensar que casos como o da estudante de turismo da Universidade de São Bernardo do Campo (SP) Geisy Arruda, de 20 anos, ainda proliferam em um país cujo culto ao corpo, o funk, o carnaval, as mulatas, as praias, o clima tropical, o sexo e os gays possuem destacada aparição mundo a fora. Não dá para acreditar que, passadas todas as revoluções comportamentais voltemos a uma época onde os pudores, às vergonhas e à hipocrisia um dia existiram, sem leis ou castigos para puní-las.

A atitude da Uniban em transformar a vítima em ré, chegando a decretar a expulsão da aluna ofendida por colegas nas dependências acadêmicas, só por usar uma minissaia, é algo preocupante para a nossa sociedade. Afinal, o que estão ensinando aos nossos jovens?

Não cabe aqui discutir - como muito se tem feito - a vida íntima e/ou profissional de Geisy. Nem muito menos especular se tudo isso não passou de uma “promoção” individual cujo único objetivo é estampar a capa de uma revista masculina para aumentar a conta bancária e a fama da moça. A gravidade do assunto está muito além das discussões acerca das roupas e do comportamento da estudante. Trata-se de aprender a respeitar as diferenças e ao próximo.

Faz parte da nossa cultura que mulheres usem minissaias, salto alto, vestidos e maquiagens, e os homens camisetas e bermudas para irem à faculdade, bancos, shoppings, bares, boates e etc. sem serem denominados disso ou aquilo. Ainda não existe nenhuma lei que os proíbam. E se tratando do Brasil, nem poderia existir, por motivos anteriormente citados.

Quanto à tolerância, o preconceito e a má educação, cerne do nosso desenvolvimento cultural, devem sim, haver leis mais severas para combali-las. Ninguém pode ser xingado ou discriminado pelas roupas que veste. No caso de Geisy, uma advertência verbal por parte da universidade seria suficiente para que a problema não tomasse à proporção que tomou. Cabe citar que a medida “educativa” só veio após a interferência do MEC, que originou na suspensão da expulsão de Geisy e no cancelamento da punição dos evolvidos.

A explícita manifestação de preconceito na universidade é preocupante sinal de que algo vai mal na instituição onde, o espaço para o debate de ideias sobrepõe-se um embate ditado pela intolerância da moral, da estética, do pudor e da religião. É preciso acabar com a hipocrisia. Temos que ensinar aos nossos jovens que atitudes como essas podem levar a sérias conseqüências. Hoje foi com a Geisy, amanhã pode ser com qualquer outra, já que os lares, as faculdades e as ruas brasileiras estão povoadas de minissaias e seus ferrenhos perseguidores, guardiões da velha moral e dos bons costumes.

Esperamos que, com esse lamentável episódio, tanto a instituição de ensino, quanto os estudantes incitadores, tirem a seguinte lição: educação não pressupõe apenas o acesso ao saber, mas igualmente o respeito ao próximo.





O lugar da leitura na era da internet

Desde crianças somos estimulados, através dos nossos pais e da escola, a criar o hábito da leitura, essencial para a habilidade da escrita. Apesar de muitas escolas primárias já incluírem na rotina escolar aulas de computação, inclusive com noções de busca na internet, as bibliotecas de livros ainda existem e a cultura da leitura também. Algumas instituições adotaram projetos voltados a esse incentivo, com iniciativas como troca de livros e sessões de leitura.

Entretanto, no Brasil, a situação ainda é bastante precária. E de fato, os números indicam que o brasileiro lê pouco. Trata-se de uma questão cultural, portanto mais difícil de ser modificada, principalmente nos adultos. Por isso as políticas de incentivo à leitura na infância são tão importantes, pois os hábitos ainda estão em formação e as crianças ávidas por conhecimento, histórias, fantasias e aventuras. Todavia, os livros continuam caros e restritos à pequena parcela da população que consome conhecimento.

As discussões sobre a importância do hábito da leitura sempre estiveram em pauta. Desde que a televisão foi inventada os críticos alertam que a mídia eletrônica destruiria esse hábito. Atualmente, entretanto, as especulações sobre os novos costumes estão mais calorosas, especialmente por conta das infinitas possibilidades de leitura rápida, interativa, confortável e econômica, possibilitada pela internet através dos blogs, twiters, facebooks, MySpace, e-books e por aí vai. São novas maneiras de leitura que estão transformando o modo como nos relacionamos com os livros e até mesmo o entendimento do que significa ler.

Para os mais velhos, aderir às novas tecnologias pode demorar. Alguns simplesmente ignoram os fatos se recusando a aceitar a mudança e abandonar o companheiro livro. Mas as crianças e os jovens, nascidos na era das frases sem pontuação e palavras abreviadas, ler um livro pode significar coisa da idade da pedra.

Sim, talvez seja mais enriquecedor ler cinco sites, um artigo de opinião e um blog sobre o mesmo assunto do que ler um pesado livro de 200 páginas. Mas o desenvolvimento intelectual e pessoal e o prazer da leitura de uma boa obra não devem ser dispensados, pois ensinam a selecionar o que vale ou não a pena ser lido na infinita biblioteca da internet.

Conheça o Kindle, o leitor de livros que tem revolucionado a leitura, e é capaz de ameaçar a existência do papel

Se o livro, a internet e todos os outros meios de comunicação já foram capazes de abalarem as estruturas de disseminação de informação e representarem uma extraordinária mudança no comportamento da comunicação humana, um novo dispositivo tem alterado ainda mais a vida de todas as pessoas, sobretudo nos hábitos da leitura.
O Kindle, um tipo de leitor eletrônico que começa a ser finalmente vendido a partir dessa semana no Brasil, a um preço aproximado de R$1mil, vem conquistando um espaço cada vez maior pelo mundo - o aparelho já é a maior sensação nos Estados Unidos e na Europa. E seu fascínio não se resume só a uma simples novidade tecnológica: o dispositivo que possui o tamanho médio de um livro, mecanismos de busca e espaço para anotações, é capaz de armazenar mais de 200 obras (entre livros, revistas e jornais) que podem ser baixados ou não, via internet, através de uma rede sem fio (3G) disponibilizada pelo próprio aparelho.

Não é à toa, que a nova sensação do momento tem causado uma grande transformação no mercado editorial. O Kindle, vendido pela Amazon - maior livraria do mundo - para mais de cem países, tem como aliada, uma parceria com editoras e escritores que passaram a disponibilizar livros para download a preços muito mais acessíveis. Seguindo a mesma linha, jornais e revistas também estão disponibilizando seus conteúdos através do aparelho.

Seria o fim do papel? Há quem aposte que o leitor eletrônico que possui uma facilidade de uso e um grande conforto de tela, surja como um forte potencial para quebrar a relação que estabelecemos com o papel desde 1439 - quando Gutenberg inventou a prensa – e seja capaz de ameaçar o meio de comunicação mais antigo, desde a invenção da escrita: o livro. Basta recorrermos à antiguidade, nos tempos de Grécia e Roma, para lembrarmos como o surgimento do livro afetou toda uma cultura, hábitos e a economia de uma nação, e fazermos um paralelo com a popularização de seu possível sucessor (o Kindle).
Ainda não dá para afirmar, ao certo, o que vai acontecer com o Kindle, mas não é impossível concluir que essa transformação vai mudar, e muito, a forma com que nos relacionamos com os livros, jornais e revistas.Também não é difícil pensar no impacto dessas mudanças no mercado editorial e desde já refletir sobre o que será do futuro do papel no planeta. Contudo, não há duvidas de que o impacto dessa nova ‘tecnologia’ provocará alterações culturais, antes imagináveis.

Abaixo, tudo o que você precisa saber sobre esse novo aparelho:

Qual é o tamanho do Kindle?
Existem dois modelos de Kindle. O tradicional (Kindle 2) tem as dimensões de um livro (20,3cm) e pesa 290g. O modelo mais recente é um pouco maior, mas não estará disponível no Brasil por enquanto.

Como funciona?
É parecido com uma das lousas magnéticas de crianças. Possui botões que permitem virar as páginas e dispositivos de buscas por palavras-chave. Nele é possível também selecionar trechos para destacar e/ou fazer anotações no pé da página.

Qual é o grande benefício do Kindle?
Além de armazenar mais de 200 livros, ser de fácil manuseio, e ter uma tecnologia de tinta eletrônica (que dá a sensação de estar lendo diretamente no papel, o que permite uma leitura confortável, pois não emite luz própria), ele consome muito pouca energia. Quando carregada, sua bateria dura mais de 48 horas.

Como eu faço para comprar um?
A versão internacional do Kindle está à venda exclusivamente no site da Amazon (amazon.com) e pode ser comprada apenas com cartão de crédito internacional.

Qual o preço?
O aparelho custa US$279, que somando à taxa de entrega (US$20,98) e ao imposto de importação (US$ 285,34), pode chegar até US$ 585,32, o que equivale a cerca de R$ 1 mil.

Quando ele chega a minha casa?
A entrega dos primeiros pedidos, segundo a Amazon, será feita entre os dias 21 e 27 de outubro.

Como eu faço para comprar livros-eletrônicos?
Você pode comprar de duas formas: ou pelo computador, através do site da Amazon, ou diretamente pelo aparelho, se ele estiver na área de cobertura 3G ou GPRS.

Com que operadora o Kindle funciona?
A empresa ainda não divulgou qual operadora de celular vai fornecer conexão para o Kindle no Brasil. O processo ainda está em negociação.

Eu só posso ler livros, revistas e jornais comprados na loja da Amazon?
Não. O Kindle lê diversos formatos de livros digitais, inclusive arquivos de Word e PDFs. O dispositivo também reproduz música e audiobooks.


Você já sorriu hoje?


Na correria do dia a dia muitas vezes nos esquecemos de gestos simples, fáceis de serem realizados, porém difíceis de serem vistos, como sorrir, oferecer sinceros desejos de boa tarde, obrigada, com licença e por aí vai. Estamos tão ocupados conosco, com nossas responsabilidades e nossos compromissos, que nos fechamos como ostras, tornando-nos pessoas hostis e individualistas. O medo da violência agrava ainda mais esse ostracismo, pois nos faz andar acuados, assustados com nossa própria sombra.

Nesse contexto, valores e pequenos atos como a solidariedade, o respeito ao próximo e a generosidade andam meio esquecidos. O que se vê nas ruas e nos estabelecimentos comerciais são pessoas cabisbaixas, mal-humoradas e insatisfeitas, algumas até mesmo reclamando da vida. Às vezes até podemos nos deparar com indivíduos que parecem felizes sem nenhum motivo. Eles falam e cantam sozinhos e desses pensamos: “... olha lá que maluco, falando e sorrindo sozinho”! A felicidade virou uma estranha nos dias atuais e talvez por isso os horários dos psicólogos estejam todos preenchidos por gente que não consegue ser feliz.

Diversas pesquisas já demonstraram que o sorriso pode amenizar as dores, reduzir o estresse e curar doenças, como o câncer. Uma delas sugeriu que o sorriso de um bebê à mãe causa a mesma sensação de prazer obtida com o uso de drogas. Outras comprovam: sorrir rejuvenesce, estimula o cérebro e ainda queima calorias. Na esfera profissional, o sorriso pode abrir portas, pois algumas empresas o encaram como habilidade na hora da contratação. Entre o candidato competente, de “cara fechada” e que lida mal com as pessoas e o outro que possui menos experiência, mas um tremendo bom humor, a empresa fica com o segundo. A justificativa é que o primeiro pode contagiar a todos com o seu mau humor e acabar não obtendo os resultados desejados. Faz sentido.

No Brasil, algumas organizações, como por exemplo, a “Doutores do Riso” têm conseguido resultados extraordinários, visitando hospitais e levando alegria aos pacientes e aos funcionários. E sabe como? Apenas sorrindo, de acordo com o ensinamento do poeta Mario Quintana: “O sorriso enriquece os recebedores, sem empobrecer os doadores”. E você, já sorriu para alguém hoje?

Rio 2016

Nada de crise em Honduras, nem eleições presidenciais. As atenções, camufladas de grandes expectativas, se voltam para a próxima sexta-feira, 2 de outubro, dia em que o Comitê Olímpico Internacional (COI), em Copenhague, a capital da Dinamarca, revelará qual das quatro cidades - Rio de Janeiro, Chicago, Madri e Tóquio -, será a escolhida para sediar os 31° Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de verão, em 2016. E dependendo do resultado, o assunto se estenderá ainda por muito tempo.

Por aqui, o clima tem sido de otimismo. E não é para menos. Pela primeira vez, o Brasil desponta como uma das favoritas a realizar os jogos - nas disputas anteriores (2004 e 2012), a candidatura do Rio não passou da primeira fase. Entre os pontos favoráveis à candidatura da cidade maravilhosa estão a realização dos jogos PAN Americanos, que aconteceu na cidade em 2007, o fato de que a América do Sul nunca sediou uma olimpíada, e a boa imagem do país no exterior.

Também pesam a favor do Rio o fato de ter sido considerado, pelo comitê olímpico, uma cidade de “muita alta qualidade pela riqueza de detalhes”. Cabe citar ainda que o Rio foi elogiado por ser a única cidade a discriminar orçamento para obras de infraestrutura, e o Brasil foi escolhido como sede para a Copa do mundo de 2014.

Fora a grande simpatia pela cidade, o Rio precisa ainda se empenhar muito para sediar um evento desse porte. Como comprovado nas disputas do PAN, a cidade ainda não possui uma rede hoteleira suficiente, as distâncias entre os locais de competição é maior do que nas cidades rivais e a violência, famosa no mundo inteiro, é preocupante.

Mas nem por isso o clima de festa é ameno. O otimismo é tanto que a prefeitura e o governo decretaram ponto facultativo no dia em que o COI anunciará o resultado, e convocaram a população a vibrar, de verde e amarelo, em diversos pontos da cidade, sendo o maior deles a praia de Copacabana.

Sabemos como é importante envolver a população, não somente da cidade candidata, mas de todo o país nessa expectativa (coisa que o esporte faz como poucos). Também acompanhamos, durante três anos, o duro trabalho de todos os envolvidos nessa candidatura. Por assim ser, sabemos que há muito mais para se preocupar do que para festejar, principalmente no que cabe à esfera pública. Esperamos que, com a vitória ou não do Rio para sediar os Jogos, a educação, a violência e a miséria, recebam mais atenção de nossas autoridades. E que, mesmo em momentos de festas e empolgação, essas continuem sendo a base principal de seus trabalhos.

Não é de bom grado retirar crianças da escola em plena sexta-feira e atraí-las para a praia para festejar um resultado ainda desconhecido. Muitos menos se essas crianças forem as mesmas que tiveram suas aulas prejudicadas pela gripe suína, no início do segundo semestre. Também não é de bom tom que o evento seja realizado numa cidade controlada por traficantes que colocam em risco a vida de milhares de pessoas diariamente.

Por outro lado, se o Rio vencer, será sem dúvida uma experiência engrandecedora para o Brasil. Os jogos Olímpicos serão uma excelente oportunidade de crescimento econômico e social, o que representará um forte legado, tanto para a cidade, quanto para a população, em todo território nacional.

De qualquer forma, o Rio, mesmo com todos os percalços, já é vencedor ao sair favorito na disputa.

Boa sorte, Rio 2016!